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Secretário diz que projeção negativa na perda de receitas pode chegar a R$ 2,7 milhões em São Ludgero

Secretaria de Administração, Finanças e Planejamento - Publicado em 22/05/2020 às 15:52 - Atualizado em 22/05/2020 às 15:57

Secretário Léo Füchter
Créditos: Bertoldo Kirchner Weber/Assessor de Comunicação Município de São Ludgero Baixar Imagem

     Com uma projeção, somada a uma dose de otimismo de que a situação não irá piorar, o Secretário de Administração, Finanças e Planejamento de São Ludgero, Léo Füchter, diz que o impacto negativo na perda de receitas da Prefeitura pode ultrapassar a cifra dos R$ 2,7 milhões até final do ano. Além disso, ele ressalta ainda a questão dos problemas sociais gerados com a diminuição do poder aquisitivo das famílias reflexo das demissões, fim do apoio financeiro federal e reservas particulares.

     Léo informa que a previsão para 2020 de receitas correntes era de R$ 42,5 milhões, com uma expectativa que alcançaria 10% a mais se comparado ao ano de 2019. Chegou a alcançar o percentual aproximado de 8% nos meses de janeiro, fevereiro e março. “Os reflexos negativos iniciaram em abril, com impactos financeiros negativos atingindo os setores público e privado”, enfatiza. Ele acrescenta que a projeção de execução orçamentária de janeiro a dezembro era muito positiva, que iriam refletir em um bom volume de obras e ações importantes em prol da coletividade. “Precisamos ser otimistas, porém, o prefeito Iba e nós que estamos à frente da pasta da administração, finanças e planejamento, conjuntamente com os secretários e equipe, estamos trabalhando com os números e redobrando a cautela em relação aos investimentos. Temos uma responsabilidade de manter os serviços essenciais funcionando, os atendimentos básicos à população, manter as obrigações com funcionários e fornecedores rigorosamente em dia e cumprir a legislação vigente. Além disso, trabalhamos para que consigamos finalizar as obras físicas em andamento”, pontua.  Questionado sobre a possibilidade do recebimento da ajuda financeira do Governo Federal em parcelas entre junho e setembro, totalizando R$ 1,6 milhão, sendo R$ 400.000,00 mensais, o Secretário é objetivo em dizer que se acontecer na prática o apoio é importante, mas não resolverá todo o problema. “O que nós gestores e a sociedade em geral queremos é enxergar o fim da pandemia do Coronavírus e o que virá após as liberações financeiras de apoio do Governo Federal. É com o depois do ciclo de apoio que estamos preocupados, como acontecerá o retorno do fomento econômico, geração de emprego, renda, as questões sociais, as necessidades básicas das famílias”, alerta. Ao concluir diz que a Administração Municipal de São Ludgero comandada pelo prefeito Ibaneis Lembeck, o Iba, seguirá priorizando com muita cautela a aplicação dos recursos públicos. “Somente com entendimento, união e esforço conjunto de todos os segmentos da sociedade vamos passar por este período difícil com os menores prejuízos possíveis”, resume.

       Para o prefeito de São Ludgero, Ibaneis Lembeck, o Iba, a preocupação é grande sobre o futuro da Prefeitura, das pessoas, dos negócios privados, a movimentação econômico do município, do estado e do país. “O que nós gestores queremos é o que as pessoas querem, ou seja, uma luz no final do túnel que nos oriente sobre o futuro. Hoje, ainda a nossa Prefeitura está mantendo a estrutura funcionando e honrando os compromissos. A nossa insegurança é a mesma das pessoas diante das incertezas que estamos vivendo, com informações desencontradas diante da pandemia do Coronavírus”, enfatiza. Ele, na função de gestor, reitera o compromisso de continuar cuidando e aplicando da melhor maneira possível cada centavo do dinheiro público, praticando a seriedade, transparência e trabalhando para que o setor público municipal seja cada vez mais eficiente na prestação de serviços à comunidade com os funcionários cada vez mais comprometidos. O prefeito completa que a atual Gestão Municipal está fazendo muito, mas sabe que existem pontos a melhorar e muito ainda a ser feito. “É preciso continuar com muita cautela em relação aos recursos públicos que estamos recebendo. Já houve a necessidade de diminuirmos as ações municipais que estava no planejamento inicial para este ano e se necessário for teremos que reduzir ainda mais”, finaliza.


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